segunda-feira, 30 de maio de 2011

O Deus soberano e a Falibilidade humana


As primeiras palavras de Jesus a Simão Pedro foram: "Vinde após mim" (Mc 1.17); era um chamado para o discipulado. As últimas foram: "segue-me tu" (Jo 21.22).
Pedro nunca abandonou esses dois desafios a cada passo em sua vida, embora muitas vezes tenha tropeçado.
Quando Jesus entrou na vida de Pedro, este simples pescador se tornou um novo homem, com novos objetivos e prioridades. Entretanto, não era perfeito, ele jamais deixou de ser apenas Simão Pedro. Podemos tentar imaginar o que Jesus viu em Simão para lhe atribuir novo nome: Pedro, que significa "pedra."
Com um temperamento impulsivo, falava sem pensar, e mais a frente negaria a Jesus, Pedro certamente não agia com a firmeza e segurança de uma rocha na maioria das vezes.
Mas ao escolher seus seguidores, Jesus não procurava pessoas ideais, mas reais. O Senhor escolheu pessoas que poderiam  ser modificadas por seu amor e posteriormente, enviou-as a pregar o evangelho.
Podemos cogitar então: 'O que Jesus vê em nós ao chamar-nos para segui-lo?' Sabemos que Ele escolheu Pedro apesar de seus erros, este continuou a fazer grandes coisas para Deus.

Será que mesmo em meio a nossas limitações e erros, estamos dispostos a seguir e servir a Jesus?

terça-feira, 24 de maio de 2011

Homofobia,um esclarecimento necessário.

A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).

Fonte: hernandesdiaslopes.com.br

Ah! Obs: Deus ama sim a todas as pessoas,mas não ama suas práticas,Ele AMA o pecador,mas ABOMINA o pecado!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Referência: os quatro evangelhos

 O Evangelho manda andar quieto, com pouco peso, sem papo furado pelo caminho, indo sem força própria, mas como um cordeiro ainda que em meio aos lobos; e isso sem desejos inquietos, sem frisson social, antes, desejando paz onde se entra; e permanecendo onde quer que se seja acolhido por filhos da paz; e manda ainda o Evangelho que em se indo... — que se pregue e se cure os doentes; e que se anuncie que o reino de Deus é chegado sobre todo aquele que crê.
> O Evangelho manda que se ande sem ansiedade pelo que comer ou beber; pois, o Pai sabe e cuida; antes exorta a que se busque o reino em nós como bem maior; e garante que a simples Presença Primeira do Reino em nossa existencialidade, harmoniza a vida à nossa volta, de modo que todas as coisas que nos sejam necessárias nos serão acrescentadas.
> O Evangelho manda que nossa alegria seja espiritual e não fundada nas cócegas irrisórias dos valores de neblina deste mundo.
> O Evangelho ordena que a ninguém olhemos com preconceito, a menos que desejemos receber o conceito de Deus contra nós.
> O Evangelho manda que nossas melhores festas sejam dadas a quem nunca tem alegria, como pobres, cegos, coxos, paralíticos, marginalizados e doentes.
> O Evangelho diz-nos que perdoemos sempre; mesmo que seja algo inconcebível como 70 x 7 por dia.
> O Evangelho afirma que Jesus só comparece a ajuntamentos de perdão, reconciliação e harmonia; ainda que apenas de duas ou três pessoas.
> O Evangelho não ensina a fazer da Fé um Show e menos ainda o Show da Fé; ao contrario, manda que tudo seja feito de modo que mesmo o maior impacto seja logo esvaziado de todo show, para que fique apenas a pessoa e Jesus.
> O Evangelho manda que não se tenha respeitos humanos, mas apenas respeito pelo ser humano; sendo que o primeiro tem a ver com posições e poder; e o segundo com a mera constatação reverente do outro como um ser.
> O Evangelho designa homens e mulheres para serem sal, luz, sombra, ninho, abrigo, água fresca, pão, telhado, abraço, acolhida, hospitalidade, solidariedade, verdade, justiça, presteza, integridade, honestidade, lealdade, simplicidade e amor de Deus para com todos os homens; e, antes disso, uns para com os outros como discípulos de Jesus.
> O Evangelho manda fazer o bem com a ignorância da naturalidade do amor de uma pomba; e discernir o mau com o olhar de uma serpente.
> O Evangelho manda amar ao próximo como a nós mesmos, pois, somente assim o bem ao próximo é feito como quem toma banho, cuida de uma ferida, e penteia o cabelo sem virtude pessoal no que faz por si mesmo.
> O Evangelho manda amar a Deus sobre tudo e todas as coisas, pois, sem o amor de Deus, que coisas haverá para serem de fato amadas e apreciadas?
> Ora, eu poderia escrever até morrer de exaustão, sempre dizendo o que é o Evangelho e o que ele nos ordena como discípulos. Todavia, tudo o que se diga para sempre sobre isso, jamais será mais do que o que o Evangelho é: Deus, em Cristo Jesus, reconciliando consigo mesmo o mundo; e a nós de quebra...; e nós, por essa razão, tornando-nos os mais felizes, gratos e perdoadores de todos os seres humanos; inclusive de nós para nós —; e, portanto, os pobres que enriquecem a muitos.
> Mas para quem desejar conferir por só saber que algo é o Evangelho se vier “entre aspas” ou com um monte de referencias ao “livro Bíblia”, abra a Bíblia e veja.
> Eu, entretanto, escrevo assim [sem referencias ou citações], de propósito, desafiando os descrentes a lerem os evangelhos a fim de encontrarem qualquer coisa que não seja exatamente aquilo que nas palavras acima ditas expressam o espírito das palavras do Evangelho.
> É somente assim o caminho que leva de meninos a homens!
> Nele, que é a Palavra da Vida; o Evangelho.


Pr.Caio Fábio

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Protegido

Não há temor;
nem frio,nem fome...
Não há tristeza;
nem perdas,nem dor...
Não há solidão;
nem desespero,nem sede...
Não há miséria;
nem doença,nem desamor...
Não há mal;
nem agonia,nem morte...
Não há frustração;
nem pobreza,nem torpor...


Não há lugar melhor pra estar,que dentro do Teu coração,eu sei que protegido estou em Ti.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ouvi falar...

De um lugar onde as pessoas usam armas, e matam umas as outras, onde não há respeito e os pobres são aqueles que pensam serem ricos...
Ouvi falar de um lugar onde as coisas acontecem por acaso, e o amor lá é escasso, e a paz é tão distante que as pessoas andam desacreditadas que ela exista.
Ouvi falar desse lugar,onde o que mais importa é o que se tem, e não o que se é.
Onde ninguém mais se ajuda, ou querem tirar vantagem disso quando o fazem.
Onde Deus se tornou fruto da lembrança de muitos e do temor de poucos.
Onde crianças não são mais inocentes e adultos deixaram de ser racionais.
Nesse lugar eu não queria viver...


... Não queria, mas vivo.