
Não existe atitude mais difícil do que escolher amar a Deus.
Que Ele nos ama isso é fato! Mas até para Ele esse amor foi custoso, sofrido.
Do mesmo modo não pode-se comparar quando dizemos que amamos alguém a quando dizemos amar a Deus. Pois Amar ao Senhor tem implicações muito profundas,
é necessário estar ciente dos riscos e das responsabilidades que se assumem juntamente com esse amor.
Não posso amar a Deus e não amar seus caminhos, seus planos, seus mandamentos...
Não posso também amar a Deus sem amar o meu próximo, meu irmão participante da mesma paternidade divina.
Amar a Deus sobre todas as coisas, deve ser o cerne do amor a Deus, pois não se pode amar a Deus sem profundidade e verdade, não se pode nadar no raso quanto a questão de amar. E isso traz consigo muitas questões que talvez nem nos damos conta, ou não levamos tão à sério assim. Requer tempo, disposição, disponibilidade, sacrifício, renúncia... O amor a Deus pode nos levar a perder a vida e ao mesmo tempo ganhá-la, exige coragem, e precisa ser tão intenso ao pode de estarmos dispostos a tudo, até mesmo a morrer por esse amor.
Quando a palavra sai da boca pelo que de fato o coração está cheio, tem-se maior consciência do que se trata tal palavra, e mesmo a mente lucidando as oposições à essa escolha o amor se mantem, não por obrigação pelo que Ele faz, mas intrinsecamente pelo que Ele é.
Assim, quando disser que ama a Deus, pense se está realmente disposto a encarar e arcar com as responsabilidades desse amor, que te algema ao mesmo tempo que te faz livre!
Muito bom!
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