decidimos pôr na prática os planos que tínhamos e os sonhos que partilhávamos.
Nos unimos e pela força da natureza concebeste a um lindo ser.
Ele foi gerado, como se partisse de dentro de mim mesmo lhe foi dado a luz.
A luz que o fez conhecer o mundo, que o mostrou os passos por onde outros já houveram de passar. Misticamente os segredos lhe foram revelados até a ultima gota de sangue que sobrara na face pálida de surpresa e desespero.
Dia ruim para aquele pobre ser, o qual não poderia eu mesmo proteger.
Filho de um amor proibido, nascido no meio de uma guerra, intrinsecamente misturado entre a fé e a razão, entre o amor e o perdão, entre as difíceis escolhas de ficar e de partir.
A impossibilidade e a possível chance de ser feliz, tudo se resumia em seu nome.
Guerreiro e mais corajoso que leão, ele combatia as oposições e sempre dentro de muitos conflitos achava a resposta que precisava...
Sanidade era seu nome. Ele estava sujeito a tudo, até a esmorecer. Mas escolheu lutar e não se deixar levar pela loucura dos outros seres, ou pela desordem dos sentimentos. Decidiu guiar seus pais, equilibrando o que parecia estar sempre fora do eixo, juntando-os ao que ele chamava de coração. E foi lá que ele nasceu. E foi gerado. Desde o início de tudo, quando nem sequer existiam dois, ele era um com eles. Fartando-os de liberdade, a loucura em plena sanidade, mostrando o caminho à mente e doces delírios realidade. Porque ilusão é viver, e quanto mais sóbrio, menos óbvio é dom de nascer.
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