Nem sei porque estou escrevendo tanto sobre amor ultimamente... Talvez seja porque tenho visto uma quantidade considerável de pessoas "sofrendo por amor".
Digo que ninguém sofre por amor, porque o amor não faz sofrer. Amor é tudo de bom, neh? rs...
Mas é possível sofrer por ilusão, sofrer por falsas esperanças, expectativas não superadas, desejos não realizados, etc. As vezes dedicamos amor a alguém e não somos correspondidos, as vezes estamos nos amando menos do que ao outro, as vezes sentimos um vazio tão grande em nosso peito que achamos ser necessário preencher com alguém de todo jeito, ou quando perdemos ou rompemos com alguém que amamos, nosso amor fica solto, sem pista de pouso, sem abraço de consolo, sem porto de descanso. Ai sim sofremos, não por ter perdido a pessoa em si, mas por não ter quem amar.
Pode parecer complexa essa minha visão do amor e você pode até discordar de mim. Mas a gente sabe que é possível amar de novo, um outro alguém, em uma outra fase da vida. Como já dizia aquela velha frase: "amores vêm e vão..." Só que quando amamos alguém nosso coração parece só bater por AQUELA pessoa, só querer estar com ela. E isso é normal, afinal nosso amor além de toda pluralidade que ele comporta, ele é também único e singular.
O que nós não precisamos é sofrer por amor. Porque nosso coração sempre terá quem amar. Sempre haverá quem possa nos corresponder, sempre será lindo, bom e emocionante amar.
Open up your heart, and just let begin
Open up your heart.!
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Só qualquer coisa, qualquer amor.
-Ai! Não olha por onde anda, não?!
-Me desculpe, foi sem querer.
-Imagine se quisesse...
-Nossa, precisa ser grossa assim? Eu já me desculpei.
- Você só está desculpado quando eu o desculpar.
-Mais minha nossa! Garota, foi só um esbarrão. Precisa disso tudo?
- Hoje não é um bom dia pra discutir comigo. E você nem me conhece, pode ir embora.
-Tá louca mesmo. Vê se toma um calmante e tenha um bom dia, poço de ignorância.
- Já vai tarde.
(minutos depois...)
-Não acredito nisso.
-Você!?
-Aff, anda me perseguindo agora, também é?
- (risos) Eu não perderia meu tempo fazendo isso. Se percebeu, aqui é um lugar público, e acredito eu que venho aqui bem antes de você pensar em vir. Venho aqui pra pensar. Você vem pra quê?
-Pra perder tempo.
- Então olha pra frente caladinha, tá? Estou compondo, não me atrapalhe.
(horas depois...)
-E aí? vai pra algum lugar que eu possa ir?
-Você tá me chamando pra sair, ou a paisagem te deixou mole?
-Não. Tô te forçando a me fazer um convite.
-Você é mesmo estranha... ainda pouco estava brigando comigo. O que aconteceu pra você mudar de uma hora pra outra?
- Nada. Nem me pergunte porquê.
- Vou pra casa, mas posso te deixar na sua.
- Prefiro ir pra sua.
-Você é sempre oferecida assim? (risos)
- Vai me levar ou não?
- Porque te levaria pra minha casa, menina?
- Já falei pra não me perguntar o porquê. É surdo?
- Se continuar me tratando mal, não levo você a lugar nenhum.
- Tá! Pode me dizer se vai me levar ou não?
- Te levo até a minha porta, mas não te deixo entrar, já estou ficando com medo de você.
Ela sorriu pela primeira vez desde que se conheceram.
-Medo. Medo?! De mim... ? mas sou inofensiva. Não se preocupe, nem querendo, eu faria algo com você.
-Está se perdendo pela boca, mocinha.
-Quer parar de me tratar como criança? Eu tenho nome. Não me chamo: mocinha, menina ou garota.
-Diz teu nome, então. Ainda nem nos apresentamos.
-Juliana.
- Oi, Juliana. Me chamo Breno. Muito prazer.
-O prazer é todo seu.
- (risos) Você me faz rir de tanta doçura.
(minutos depois...)
-Vamos?
No meio do caminho...
- Você se calou, está ainda mais estranha. O que houve?
- Estamos perto de chegar?
- Estamos sim, é bem ali.
Mais alguns passos a diante...
-Chegamos.
- Antes de me convidar pra entrar... Com quem você mora, é casado, tem namorada, ou vive com a avó?
-Moro sozinho. E não vou te convidar pra entrar. Você não é normal, muito menos confiável.
- Não me respondeu se tem namorada ou se é casado.
- Solteiro.
Sem exitar, o Breno recebeu um beijo surpresa, e ainda mais surpreso ficou seu coração, pois sem que percebesse correspondia-lhe o beijo e compassava as batidas junto ao coração da moça.
Era só o que ele precisava pra o momento. Pra aquele dia comum. Pra mudar sua rotina.
Não ficamos nós aqui, com muitas explicações do que aconteceu depois disso. Mas acredito que tiveram tempo de conversar e se conhecer depois que decidiram se permitir viver um louco amor e se desprenderem de razões e explicações. Porque o amor só é sano, quando é vivido à medida que pede o coração.
E a gente de expectador fica imaginado viver uma história como essa. Que confronta o conforto, tira do sonho a razão, destrói a dor, distrai e atrai, faz do amor uma música.
-Me desculpe, foi sem querer.
-Imagine se quisesse...
-Nossa, precisa ser grossa assim? Eu já me desculpei.
- Você só está desculpado quando eu o desculpar.
-Mais minha nossa! Garota, foi só um esbarrão. Precisa disso tudo?
- Hoje não é um bom dia pra discutir comigo. E você nem me conhece, pode ir embora.
-Tá louca mesmo. Vê se toma um calmante e tenha um bom dia, poço de ignorância.
- Já vai tarde.
(minutos depois...)
-Não acredito nisso.
-Você!?
-Aff, anda me perseguindo agora, também é?
- (risos) Eu não perderia meu tempo fazendo isso. Se percebeu, aqui é um lugar público, e acredito eu que venho aqui bem antes de você pensar em vir. Venho aqui pra pensar. Você vem pra quê?
-Pra perder tempo.
- Então olha pra frente caladinha, tá? Estou compondo, não me atrapalhe.
(horas depois...)
-E aí? vai pra algum lugar que eu possa ir?
-Você tá me chamando pra sair, ou a paisagem te deixou mole?
-Não. Tô te forçando a me fazer um convite.
-Você é mesmo estranha... ainda pouco estava brigando comigo. O que aconteceu pra você mudar de uma hora pra outra?
- Nada. Nem me pergunte porquê.
- Vou pra casa, mas posso te deixar na sua.
- Prefiro ir pra sua.
-Você é sempre oferecida assim? (risos)
- Vai me levar ou não?
- Porque te levaria pra minha casa, menina?
- Já falei pra não me perguntar o porquê. É surdo?
- Se continuar me tratando mal, não levo você a lugar nenhum.
- Tá! Pode me dizer se vai me levar ou não?
- Te levo até a minha porta, mas não te deixo entrar, já estou ficando com medo de você.
Ela sorriu pela primeira vez desde que se conheceram.
-Medo. Medo?! De mim... ? mas sou inofensiva. Não se preocupe, nem querendo, eu faria algo com você.
-Está se perdendo pela boca, mocinha.
-Quer parar de me tratar como criança? Eu tenho nome. Não me chamo: mocinha, menina ou garota.
-Diz teu nome, então. Ainda nem nos apresentamos.
-Juliana.
- Oi, Juliana. Me chamo Breno. Muito prazer.
-O prazer é todo seu.
- (risos) Você me faz rir de tanta doçura.
(minutos depois...)
-Vamos?
No meio do caminho...
- Você se calou, está ainda mais estranha. O que houve?
- Estamos perto de chegar?
- Estamos sim, é bem ali.
Mais alguns passos a diante...
-Chegamos.
- Antes de me convidar pra entrar... Com quem você mora, é casado, tem namorada, ou vive com a avó?
-Moro sozinho. E não vou te convidar pra entrar. Você não é normal, muito menos confiável.
- Não me respondeu se tem namorada ou se é casado.
- Solteiro.
Sem exitar, o Breno recebeu um beijo surpresa, e ainda mais surpreso ficou seu coração, pois sem que percebesse correspondia-lhe o beijo e compassava as batidas junto ao coração da moça.
Era só o que ele precisava pra o momento. Pra aquele dia comum. Pra mudar sua rotina.
Não ficamos nós aqui, com muitas explicações do que aconteceu depois disso. Mas acredito que tiveram tempo de conversar e se conhecer depois que decidiram se permitir viver um louco amor e se desprenderem de razões e explicações. Porque o amor só é sano, quando é vivido à medida que pede o coração.
E a gente de expectador fica imaginado viver uma história como essa. Que confronta o conforto, tira do sonho a razão, destrói a dor, distrai e atrai, faz do amor uma música.
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